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O conceito de propiciação em John Stott

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  John Stott, ao comentar o versículo 2 do Capítulo 2 da epístola de João, menciona que o termo “propiciação” (do substantivo grego “hilasmos”) expressava no paganismo a ideia de oferta a uma divindade irada, quase que o pagamento de um suborno. Assim sendo, diante da grosseria de tal ideia aplicada ao Deus das Escrituras Sagradas, muitos teólogos abandonaram a ideia de “propiciação” com o intuito de apaziguar uma divindade, e trocaram pela ideia de expiação, ou de purificação, no sentido de se livrar da culpa. Seria que como um ritual de purificação, porém, sem ter a Deus como objeto. Entretanto, Stott ressalta que, embora se possa dar valor a tal interpretação, e que, mesmo não havendo uma ideia explícita de que Deus seja o objeto da propiciação, é muito clara no Novo Testamento a ideia da ira de divina. Logo, no mínimo, há a necessidade que tal ira seja afastada a fim de que haja perdão, e que efetivamente o foi pelo sacrifício de Cristo. Logo, percebe-se que Stott não des...

E a favor deles eu me santifico

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"E a favor deles eu me santifico a mim mesmo, para que eles também sejam santificados na verdade" (João 17.19). S antificação é um processo pelo qual vamos nos tornando mais parecidos com Deus. Algo que se inicia nesta vida, e que provavelmente continuará para sempre. O significado mais imediato de santidade é "separação", e denota a essência daquele que se separou de todo o mal e se abriu para o Pai de todas as luzes. O curioso é que Jesus disse, em sua oração, que se santificava a si próprio. Curioso porque ele já é o santo por excelência. Nele não há trevas alguma, e o príncipe deste mundo, nada tem nele. Ele já era, é, e sempre será perfeito. O que significa Jesus dizer que precisava se santificar? Acredito que podemos tentar entender esta declaração de Jesus por dois aspectos. O primeiro, é entender sua declaração à luz da encarnação. As Escrituras nos afirmam que o Verbo se fez carne e habitou entre nós. Ou seja, a identificação de Cristo conosco foi total, ex...

O Ressuscitado e os discípulos desanimados

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É possível alguém caminhar com Jesus, presenciar milagres, ver muitas obras, ouvir ensinos maravilhosos, testemunhar a ressurreição do Messias e ainda desanimar? Ao que parece, sim. No evangelho de João 21.1-14 temos o relato da terceira aparição de Jesus para os seus discípulos. Foi em uma ocasião em que eles se foram para o mar de Tiberíades pescar. Jesus não tinha mandado eles fazerem tal coisa. O Mestre os tinha enviado em missão (João 20.21). Mas eles foram pescar! Aprendemos deste texto então que, discípulos desanimados tendem a fazer aquilo que já faziam antes. E o mais interessante ainda é que Pedro os incentivou a isso (João 21.3). Ou seja, um líder desanimado tende a influenciar outros! De qualquer modo aqui, a pesca foi infrutífera. Podemos ver aqui a pesca como símbolo do discípulo desanimado que tenta se refugiar no trabalho, para fugir da missão, da vocação, do mestre, e talvez de si mesmo. Há muitos hoje que também se refugiam no trabalho como que fugindo de algo! Mas o ...

O que o Jesus ressurreto faz pela comunidade de discípulos reunida

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Em JOÃO 20.19-24 temos o relato do aparecimento de Jesus ressurreto aos seus discípulos reunidos, que se encontravam trancados por medo dos judeus. Quantas coisas maravilhosas Jesus fez aos seus discípulos reunidos naquela ocasião! Foi na comunidade reunida que Jesus apareceu e confirmou a sua paz (vers. 19). Ele disse “Shalom aleikhem” (a paz seja convosco). Isso é uma confirmação do que ele já havia dito em João 14.27: “Eu deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”. Os discípulos passaram pela experiência do medo. Naquela oportunidade Jesus transformou o medo dos discípulos em alegria (vers. 20). Jesus se apresentou a eles, se deixou ser tocado, reconhecido. Quando uma pessoa tem a experiência do Senhor, suas emoções são transformadas. Os discípulos puderam finalmente se alegrar no Senhor, alegres com sua ressurreição. Ele disse aos discípulos que um dia a alegria deles seria completa, e, naquele momento, a...

Porque Ele vive temor não há!

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PORQUE ELE VIVE NÓS TEMOS VITÓRIA SOBRE A MORTE! I Coríntios 15.58 Tragada foi a morte pela vitória! Onde está, ó morte, a tua vitória? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Graças a Deus que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo. PORQUE ELE VIVE SABEMOS QUE ELE INTERCEDE POR NÓS! Romanos 8.33-34: Quem atentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu, ou antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós . PORQUE ELE VIVE SABEMOS QUE TEMOS UM ADVOGADO JUNTO AO PAI I João 2.1-2 : Filhinhos meus, estas cousas vos escrevo para que não pequeis. Se todavia alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o justo. PORQUE ELE VIVE PODEMOS TER A CERTEZA DA FILIAÇÃO DIVINA: Romanos 8.15 : Porque não recebestes o espírito de escravidão para viverdes outra vez atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos “Aba Pai”...

Quais os efeitos da morte de Cristo em nossas vidas?

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A morte de Cristo para os cristãos não foi somente um acontecimento histórico, resultado da vida de alguém que pregou a justiça e o amor, e que confrontou a injustiça de muitos. Não. A morte de Cristo fazia parte de um plano eterno, realizado em favor da humanidade e de todo o “cosmos”, para que fosse operada a nossa salvação. É possível alguém passar anos a fio dentro de uma igreja e ainda assim não saber os efeitos a morte de nosso Senhor, dai o porquê de estudarmos alguns deles. JESUS MORREU EM NOSSO LUGAR - SUBSTITUIÇÃO Jesus morreu em nosso lugar. Ele levou sobre si os nossos pecados para que nós não sofrêssemos as consequências deles, que seria a eterna separação de Deus. Segundo as Escrituras: “Cristo morreu por todos, logo, todos morreram” (2Co 5.14). Pedro ainda disse que Jesus “carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para o pecado, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados” (I Pe 2.24). Aos romanos, Paulo escr...

As atitudes missionárias de Jesus

Em que a vida de Jesus pode nos inspirar em nossa missão de pregar o evangelho? Leitura: Filipenses 2.5-8:  5  Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, 6  pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; 7  antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, 8  a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.   ·         Os motivos da epístola : Filipenses é a chamada epístola da alegria. Escrita por Paulo aos filipenses por motivos de agradecimento. Entretanto, o apóstolo aproveitou a oportunidade para dar alguns conselhos pastorais a fim de garantir a humildade, unidade e concórdia entre os irmãos.   ·         Paulo escreve acerca do exemplo de humildade de JESUS e de quebra, acaba nos legado o exemplo mi...