terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Permaneço um cristão trinitário



Diferente dos apologistas de séculos passados, não demonizo totalmente os que, por um motivo ou outro, não compreendem, não querem compreender, desistiram de compreender o ministério Trinitário.

Até mesmo leio com grande admiração muito do que escrevem homens como Rubem Alves, Marcus Borg, Dominic Crossan, Bultmann, Tillich, e até mesmo o irreverente bispo Spong, entre tantos outros, que, salvo melhor juízo (Deus me perdõe se eu estiver sendo injusto) abandonaram a fé ortodoxa neste sentido.

Entretanto que eu vejo uma grande beleza, uma beleza imensurável e maravilhosa no mistério da Trindade.

Eu não consigo ver doutrina tão bela quanto a idéia de que, Pai, Filho e Espirito, formam, em si uma perfeita pluralidade e unidade que servem de modelo, de paradigma tão belo à Igreja, à comunidade cristã reunida no mundo.

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