sábado, 27 de março de 2010

Paz, perdão, reconciliação...

"...deixa a tua oferta ali diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão"


Que sublime coisa quando adversários entram em reconciliação.

Você estará disposto a abrir mão daquilo que entende que é seu por direito, por tua própria justiça, por tuas próprias razões, em nome da paz?

Assim como o próprio Cristo, que, mesmo sem nós termos razão alguma, nos acolhe em seu ser?

Não há nada de mais sublime quando alguém, ciente da presença, e na força do Cristo, pela paz, pelo próximo, pelo amor, esforça-se para manter uma atitude reconciliadora em que, ainda que tudo não volte a ser como antes, pelo menos o estado de guerra se eesvai, e se dá uma chance para a paz.

Você estará disposto em manter uma postura pacífica, prerrogativa para ser um mensageiro da pacificação?

Ao que tudo indica, no mundo das crianças tudo é mais fácil. Mas fácil a paz, mais fácil a reconciliação. Mais fácil voltar a brincar. Elas ainda pouco entendem sobre traição, engano ou somar créditos, descontar débitos.

Quem conseguirá assumir uma atitude de criança em relação a vida? Quem é que verá o Reino a partir de dentro?