sábado, 26 de junho de 2010

O quanto é licito juntar

Por isso, ressalto e repito o que tenho entendido deste assunto até aqui, ainda que corra o risco de ser prolixo: o problema não é juntar dinheiro para comprar um carro, sair do aluguel, pagar um curso, investir em uma aplicação, etc; o problema é se vivermos unicamente para isto...


Estes dias, em uma de minhas aulas por aí, conversávamos sobre algumas passagens polêmicas do Novo Testamento, notadamente o Sermão da Montanha, ou sermão do monte.

Conversávamos sobre qual seria a ética econômica ideal para os discípulos de Cristo. Ou seja, como deve um discípulo lidar com a questão do dinheiro.

Aí, surgem dúvidas das mais diversas, e um professor que se preze deve considerá-las todas com seriedade. Entre elas é, diante das desconcertantes palavras de Jesus de não juntarmos riquezas nesta terra, como deveríamos nos comportar? Uma mãe, por exemplo, perguntou-me se era então lícito juntar dinheiro para a futura faculdade da filha. O outro perguntou se era lícito ter caderneta de poupança ou outra aplicação qualquer. Na sala tinha também os socialistas mais radicais que consideravam com todas as letras o dinheiro um grande demônio que deveria ser combatido, obviamente, pelo menos para eles, com um tipo de cartilha "religiosa marxista" (se é que tal coisa é possível) dizendo com todas as letras que somente assim se resolveriam os problemas sociais. Outro, médico de respeito, defemdia uma cartilha mais neoliberal, em que, o processo de liberdade de mercado é o único capaz de gerar riqueza, ainda que haja diferenças sociais.

Leia todo o texto no Blog do Seino.