terça-feira, 11 de outubro de 2011

Partindo para o afrontamento: algumas palavras aos ortodoxos, papistas e protestantes a respeito da reencarnação.

Ou "BREVE CONSIDERAÇÃO A RESPEITO DA TEORIA DA REENCARNAÇÃO."



Em diversas ocasiões fui acusado pelos piedosos Cristãos de professar o espíritismo ou de ser espirita.

Jamais levei tais acusações a sério.

Injuriado ficaria ao ser acusado de professar o solifideismo, o predestinacionismo, o infernismo e outras tantas doutrinas opostas a palavra de meu Senhor e Mestre Jesus Cristo consignada nos Evangelhos.

Fique uma coisa bem clara.

Eu creio na divindade de Cristo, na Encarnação, nos Sacramentos... e não na doutrina espírita, pautada no liberalismo desbragado do protestantismo alemão do décimo nono século.

Eu morro com a Santa e Consubstancial Trindade de Deus. Morro com a crença na encarnação de Deus. Morro com a crença na divindade de Cristo. Morro com a fé nos santos mistérios. Morro com a fé da Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica, aborrecendo e arrenegando os falsos e monstruosos dogmas que Agostinho, o papado e a reforma plasmaram com suas próprias mãos, a saber, o gracismo, o predestinacionismo e o infernismo. Eu morro fiel aos ensinamentos de Justino, Clemente, Origenes, Eusébio e Ambrósio, meus Mestres em Cristo Jesus e pregoeiros da verdade divina, eu não me aparto deles em nada e desejo conformar minha fé com a deles, exceto quanto as tolices e frioleiras hebraicas.

Feita esta ressalva, indago de meus piedosos denunciantes e acusadores quando viram-me chamar os mortos ou participar de sessões espíritas. Como não tenho qualquer preconceito judaico e não sou submisso a lei de Moisés e a Torá, nada tenho contra as tais evocações (minha questão não é com a prática ou a ética, mas quanto a doutrina espirita nos pódromos da Cristologia ariana sustentada por eles) mas tampouco tenho ou tive necessidade de recorrer a elas ou de assisti-las por absoluta falta de tempo.

O certo no entanto é que jamais participei das tais evocações e que não concedo aos mortos, admitido que se manifestam, o direito de julgar a doutrina da Igreja de Cristo ou de formular doutrinas em nome de Cristo. Nego a Kardec e a seus seguidores a mesma missão que nego a Lutero e a seus seguidores, a de reformar a doutrina Cristã, perpétua, pura, santa, imaculada e ortodoxa.

Tenho tanto amor a doutrina espírita, quanto pela doutrina protestante... julguem pois se sou espírita.

Confundir reencarnação com espiritismo é erro palmar e capital.

Primeiro porque nem todos os espiritas são reencarnacionistas, como os da Inglaterra por exemplo.

E também porque uma incontavel multidão de reencarnacionistas jamais ouviu falar em espiritismo, kardecismo, etc

A teoria da reencarnação é muito mais antiga do que a doutrina compendiada pelo Sr Kardec, sendo aurida por ele nos escritos dos sábios orientalistas dos séculos XVIII e XIX e não dos tais espiritos.

Nada disto depõe contra ou a favor da reencarnação.

Do ponto de vista biblicista é costumeira a petição a epistola dirigida aos hebreus como decisiva, pois num de seus capitulos depara-mo-los com a seguinte afirmação: "O homem morre uma única vez e apósa morte."

Honestamente falando o texto é anti reencarnacionista a menos que o escritor fosse retardado a ponto de pretender ensinar-nos que é impossivel morrer fisicamente duas vezes...

Mais. É indubitavel que o dito texto reflete uma corrente anti reencarnacionista presente já nos primórdios da igreja, quiçá na era apostólica.

Sem embargo disto, não podemos admitir que caiba a Apolo ou a quem quer que seja, dar a última palavra no assunto, supondo que a dita palavra tenha sido escrita ou dita pelo próprio Deus. Esta vã pretenssão regeita-mo-la como ofensiva ao único Senhor e Deus encarnado Jesus Cristo de quem somente e com exclusividade absoluta procedem palavras divinas e indiscutíveis. A Apolo ou a Paulo - exceto quando dizem falar em nome de Cristo algo ensinado e transmitido por ele - respeita-mos, só a Cristo reverenciamos com adorações, servimos e perante ele nos curvamos a ponto de crer que o pão que ele declara ser seu corpo seja de fato seu corpo.

Declaramos isto porque o Novo Testamento conhece outra perspectiva.

Perspectiva genuinamente apostólica, logo, digna de ponderada reflexão.

Refiro-me a pergunta feita ao Senhor e Salvador pelos bemaventurados apóstolos a respeito do cego de nascença: Mestre, disseram eles, quem pecou> ELE ou os pais para que nascesse cego?

O simples fato de que a consciência Cristã deseje a não existência de semelhante trecho no Evangelho e que funcione como uma espécie de agilhão espiritual, basta para advertir-nos de que supõe muito naturalmente a idéia da reencarnação.

Atalham os comentaristas asseverando que os antigos hebreus acreditavam que os homens podiam cometer pecados nos ventres de suas mães e que esta era certamente a idéia dos apóstolos e saem de roldão citando Baba Batrah, Misná Sotah, Sanhedrim, etc

Deveriam citar igualmente a Shabbatt 152b onde esta registrado que o Santo e bendito manda os espíritos de baixo para cima e de cima para baixo... Já rabino Sinchaia - em Ket XII,3 - assevera que "O Santo e bendito Deus fará rola a terra sobre eles e estourarão como odres e conhecerão a morte. Porém receberão corpos para que habitem a terra de Israel no tempo da promessa."

Josefo no entanto diz claramente: "A alma jamais perece, a alma dos justos somente passa a outro corpo." E não ao mesmo corpo restabelecido como asseveram os partidários da ressurreição.

Cito os livros e testemunho dos infiéis, para contentar seus admiradores, porque não precisamos das lições dos rabinos ou xeques que ignoram a encarnação do Criador e Senhor do universo Jesus Cristo.

Ao contrário os sectários ao invés de dar ouvidos as fantasias dos rabinos, acolhemos o testemunho dos teóforos padres e doutores que sucederam os apóstolos do Salvador em seu ministério sagrado.

Um deles, Cirilo de Skanderia, nos comentários ao quarto Evangelho asseveram que os apóstolos fizeram tal pergunta ao Senhor porque acreditavam na teoria da reencarnação. Vatable e Maldonado reproduziram este testemunho em seus comentários...

Por outro lado, o Salvador bendito, não condenou nem endossou a observação deles. Limitou-se a dizer que a observação não se aplicava aquele caso, sem condena-los no entanto ou a ministrar qualquer lei geral a respeito. A ponto de podermos dizer: Cada caso é um caso...

É possivel que esta seja a razão porque os padres antigos, ao contrário de nossos doutrinadores contemporâneos, abordavam o tema com tanta liberdade.

A respeito de S Clemente de Alexandria, o mais erudito dos padres antigos, a excessão talvez de Eusébio, refere S Fócio nosso pai, que dentre outras coisas teria ensinado explicitamente a doutrina da reencarnação. Não possuimos seu testemunho porque parte de suas obras foi destruida pelos sarracenos.

Quanto a Origenes é certo que apesar de ter ridicularizado a transmigração para os corpos dos animais inferiores, ensinou a princípio a reencarnação quase que a guiza de dogma, até que premido pelos anti reencarnacionistas alegou não ter sido ela ensinada pelos antigos como parte efetiva da Revelação divina (ou seja como dogma de fé) e que por isso estava disposto a abrir mão dela, embora estivesse persuadido de que era a melhor solução teológica ou racional para uma série de problemas. Concluimos que Origenes receando a fúria de seus adversários passou a apresenta-la como mera hipótese de trabalho, suposição, opinião ou teologumena.

Agostinho também abordou o assunto com bastante liberalidade indagando no prólogo de suas confisões se não teria existido e vivido outra vida antes daquela que estava a viver...

Seriam Cirilo, Clemente, Origenes ou Agostinho relapsos em termos de doutrina??? Ao menos o primeiro e o último mostraram-se sempre bastante zelosos... Os outros dois a gosto ou contragosto são comumente citados pelos Apologetas como testemunhas dignas de credibilidade.

É bem verdade que os supraditos doutores mostraram-se retiscentes por não saberem como conciliar a doutrina da reencarnação com o sagrados dogmas da restauração e da ressurreição.

Efetivamente nossos ortodoxos balbuciam as tolices que os papistas vivem repetindo a respeito em contradição formal com seus próprios ensinamentos e tendo em vista atrair as simpatias dos protestantes ortodoxos que são solifideistas.

Reproduzem nossos ortodoxos as escandalosas incoerências que os papólicos publicaram sobre a reencarnação em franca oposição face a soteriologia afirmada por sua igreja.

Quando ortodoxos e papistas, como bons protestantes, constroem sofismas com que atacam a reencarnação atacam os ensinamentos de suas próprias igrejas a respeito da parte que cabe ao homem e somente a ele no processo de evolução espiritual.

Só os protestantes, os gracistas e solifideistas podem ser anti reencarnacionistas por fidelidade a seus princípios e crenças numa perspectiva de coerência.

É como se os ortodoxos e papistas levassem suas crenças só até certo ponto, para em seguida acordar com os protestantes que são norteados por crenças visceralmente distintas.

Veja bem, os protestantes ortodoxos, fiéis a teoria de Lutero e Calvino, asseveram que a natureza foi completamente corrompida ou degradada pelo pecado ancestral a ponto do homem perder sua visão intelectual (sobre as coisas divinas) e sua livre vontade e de converter-se numa estátua de sal semelhante a tal mulher de Lot (Flacio Iliryco). Em semelhante estado o homem não tem por assim dizer o que fazer, sendo incapaz de perceber a verdade ou de desejar abraça-la.

Neste esquema não há parte do homem, cooperação ou resposta.

Deus executa diretamente tudo: chama, convence, converte, salva, mantem e recompensa os seus... o que nos leva diretamente a teoria da predestinação ou seja ao decreto horrendo.

Seres incapazes de operar sua salvação em comunhão e unidade com Cristo, devem ter sua salvação efetuada ou operada por um agente externo, no caso deus, donde infere-se, muito logicamente, que os não salvos são abandonados e rejeitados por deus desde toda eternidade. Não há como fugir disto...

E após sua restauração?

Não estaria o homem novamente em posse de sua liberdade e capacitado para colaborar com o plano de Cristo?

Lutero e Calvino respondem que não. A redenção operada por Cristo é apenas externa ou vicária, permanecendo o homem 'pecador' e 'fraco'... cabe pois a deus somente mante-lo ou salva-lo apesar de suas quedas e apostasias morais. É a tão graciosa salvação no pecado...

Porque da tirânia do pecado ninguém logra escapar.

A perseverança, também ela, é obra exclusiva de deus, sem participação ou colaboração do homem como já havia sido ventilado por Agostinho em seus péssimos livros contra o Santo Servo de Cristo Juliano de Eclano.

Deus tudo faz e o homem nada faz neste sistema. Deus é o molde e o homem a cera quente...

Eis porque o protestantismo nada sabe de dívida, pena, reparação, satisfação, penitência, obras, etc

Ortodoxos e papistas no entanto pensam e creem doutra forma.

Pois como assevera o já citado S Clemente de Skanderia são SINERGISTAS e não monergistas.

Por sinergismo não devemos compreender apenas a noção de obras, mas algo bem mais profundo e significativo, o conceito ou a noção de colaboração ativa ou de parceria entre Cristo Deus e a criatura racional e livre, inda que em estado de pecaminosidade.

Semelhante doutrina supõe outro arcabouço antropológico, totalmente diverso do primeiro. Supõe uma antropologia positiva ou otimista em que o pecado não afetou drastica ou essencialmente a natureza a ponto de subverte-la ou de corrompe-la por completo convertendo o homem numa espécie de fragmento de pedra, de pedaço de madeira ou simplesmente num louco...

O advento ou emersão do pecado no mundo interrompeu momentaneamente a comunhão da criatura racional com seu Senhor e Criador, sem todavia, modificar totalmente sua natureza ou estrutura produzidas por vontade do Deus sábio e Todo poderoso. Afinal poder algum pode competir com o poder divino ou subverter por completo o que Deus dispoz e fixou como lei.

Maniqueismo e ortodoxia excluem-se como água e óleo.

A ortodoxia não apresenta o tal diabo como uma espécie de rival divino ou de paralelo. Admite a existência de semelhante espantalho judaico sem no entanto conceder-lhe o atributo da onipotência...

Eis porque cremos e professamos que a reconciliação é um processo em que o homem toma parte ativa, colaborando ou executando livremente tudo quanto lhe cabe executar.

Antes de sua adesão a verdade pode aspirar por ela e deseja-la. Conhecendo-a através do testemunho externo da igreja cabe-lhe a iniciativa de aderir ou não a ela, optando ou não pela boa nova. Abraçando a boa nova cabe-lhe a missão de observa-la e de cumpri-la sendo sempre dócil a lei divina e colaborando ativamente com a vontade suprema. Cabe-lhe pois o desejar, abraçar e conservar a fé.

Eis porque nosso dicurso comporta: reparação, satisfação, penitência.

Efetivamente, após o cumprimento da penitência pré batismal - sujo escopo é a reparação das consquências e efeitos dos pecados cometidos até então - no curso de três anos e a firme promessa de viver santamente em oposição ao pecado, é conferido ao neófito a graça do perdão de todos os pecados, auferida pela morte e pela Cruz de Cristo. Este indulto, concedido únicamente por ocasião do sagrado Batismo é como que um estímulo a ruptura definitiva com a lei da maldade e ao exercício de uma fidelidade total para com a lei de Jesus Cristo.

Pecando o homem uma segunda vez por ter se recusado a disciplinar a vontade e a socorrer-se da comunhão divina, recebe o sacramento da penitência. Este Sacramento permite que ele seja perdoado antecipadamente do pecado cometido desde que se proponha a reparar os danos causados a pessoa atingida. O perdão antecipado recebe o nome de absolvição, mas a penitência e a reparação são obrigatórias sob pena de incidir no pecado de sacrilégio ou abuso de coisas santas.

A moda ocidental de substituir a reparação da penitência por preces ou obras eclesiásticas foi uma corrupção abominavel que ajudou a abrir os caminhos para o fideismo. Pois nos séculos antigos a reparação era operada por meio de serviços prestados a comunidade ou de obras éticas... quando semelhante reparação era impossivel, o culpado era convocado a viver sobria e morigeradamente até o fim de seus dias, aceitando resignadamente e em união com Jesus Cristo todos os sofrimentos naturais e inevitáveis.

E quanto aqueles que após terem se arrependido e convertido a Cristo pereceram sem cumprir toda penitência e deixando danos a serem reparados? Segundo a fé aqueles que recebem o Santo Sacramento e a Evkelaion com piedade, recebem um indulto final e graça generosa como no Batismo.

Muitos no entanto são colhidos sem tempo para receber o corpo do Senhor e a Evkelaion ou sem as disposições requeridas.

Que é feito deles?

A Igreja sempre acreditou e professou que são socorridas, purificadas e confortadas pelos Sacramentos - do Sacrificio (Qourbana) e da Sepultura - e pelas preces dos santos vivos, no Estado Intermediário em que se encontram. Nós não regeitamos o valor de tais ofícios e ações oferecidos pelos que adormeceram na fé da igreja, inda que em estado de imperfeição. Cremos no entanto que não possam ser aplicados aqueles que regeitaram explicitamente a mensagem de Cristo.

Por isso sugerimos e opinamos que tais almas - socorridas e alcançadas pelas preces da Igreja ou pela pregação dos Santos responsaveis por assisti-las espiritualmente (dando continuidade ao ministério de Cristo no mundo intermediário) - convertem-se,  aproximam-se do Verbo da vida e suplicam por novo corpo e nova existência na terra em que possam selar sua adesão por meio duma vida santa e piedosa. Compreendermos pois a possibilidade da reencarnação a serviço da justiça divina, como um sacramento de Jesus Cristo e como uma graça sua tendo em vista aqueles que faleceram em estado de natureza ou de pecaminosidade.

Especialmente quanto aos pagãos que não tiveram meios de cultivar e nutrir uma vontade saudável e quanto as crianças que morreram antes da fase formal ou categorial, estamos firmemente persuadidos de que a reencarnação proporciona uma oportunidade tanto mais larga de evolução espiritual. Quanto aos santos e justos falecidos também é perfeitamente possivel que desejem renascer entre os homens mortais para dar continuidade ao apostolado, divulgar a boa nova e viver a lei do Evangelho. Claro que neste último caso trata-se duma escolha voluntaria ditada pela plenitude do amor...

A questão é bastante simples: se o homem pode colaborar e interagir com o Senhor nesta vida, também o pode na outra ou no Estado intermediário. Se os crentes devem reparar seus pecados e os descrentes passar a fé e a prática da lei divina, impoem-se ao menos a possibilidade duma nova existência aqui na terra. Na medida em que o ortodoxo ou o papista valorizam o homem e sua existência neste mundo material, abrem-se novas e magníficas perspectivas de interação com a graça a ponto de romperem as barreiras do tempo e do espaço, tal e qual se sucede quanto ao mistério da comunhão dos santos, comunhão a qual os protestantes costumeiramente opõem as mesmas limitações de tempo e espaço.

Não se trata aqui de auto remissão como sustem nossos opositores. O exemplo de Jesus Cristo e a necessidade de estar em união com ele para progredir espiritualmente permanece fixa como lei. Trata-se antes de reparação ou das condições necessárias para interagir com a graça, para aplica-la, para vive-la...

O homem não simplesmente liberto do mal. Trata-se de lhe conceder a oportunidade de viver livre do mal e isto é um aprendizado ou uma ato educativo necessário para que possamos passar adiante.

É necessário que a redenção seja vivida por todos os homens sobre a terra.

Eis porque não posso aceitar a falsa oposição entre reencarnação e redenção a menos que compreendamos o termo redenção numa perspectiva solifideista que exclua toda e qualquer forma de colaboração entre o divino e o humano. Uma sistema que exige penitências e solicita reparações não pode apelar ao poder mágico do sangue de Cristo alegando que ele seja capaz de purificar os homens a todo momento sem quaisquer condições além da fé...

Pois a afirmação de que o sangue de Cristo basta para remir e apagar todos os pecados basta para demolir a um só golpe não só a reencarnação mas os sacramentos todos, as obras, a penitência e aos sufrágios a que ortodoxos e papistas tanto se apegam por fidelidade a tradição apostólica e a consciência histórica do Cristianismo. Neste terreno apelar a argumentos protestantes que excluem toda e qualquer colaboração por parte do homem implica em catolicidio...

Não há meio termo possível, ou aderimos ao protestantismo ortodoxo até a presdestinação excluindo todo e qualquer tipo de colaboração ou permanecemos firmemente apegados ao padrão apostólico e consequentemente abertos a soluções possiveis como a reencarnação.

Estou convencido de que não falei mal, mas conforme aquele que disse:

'E não havera de sair até que pague o derradeiro centavo.'

Logo o homem tem algo a pagar seja aqui ou no além túmulo.

Em Cristo!