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Mostrando postagens com o rótulo Legalismo

A Prostituta e o Fariseu

A prostituta e o fariseu from Ildo Mello on Vimeo . Baseado em Lucas 7. H ouve uma ocasião quando um fariseu convidou a Jesus para um jantar. O que era de se estranhar, pois os fariseus viviam encrencando com Cristo. Teria sido aquela uma atitude excepcionalmente simpática de um fariseu em relação a Jesus ou não passaria de mais uma das inúmeras ciladas com intuito de desmoralizá-lo? Aparentemente, Jesus estava sendo tratado como um grande mestre vindo fora, pois um banquete público havia sido preparado, onde convidados especiais se reclinariam à mesa enquanto a maioria da vizinhança ficaria ao redor para assistir aos debates entre o mestre visitante e os mestres locais. Mas, espantosamente, o anfitrião negligenciou as honrarias da casa ao ilustre convidado. Receber com um beijo, providenciar água para a lavagem dos pés e ungir a cabeça com óleo eram a maneira correta de dar as boas vindas na cultura daquela época. A negligência do fariseu foi proposital com intuito de envergonhar ...

Nem legalismo, nem antinominianismo

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"Digo, porém: "Andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne" (Gálatas 5.16). Paulo, conforme já dissemos por aqui, foi talvez o primeiro e maior defensor da doutrina da graça de Deus e da justificação pela fé. Ensinou claramente seus leitores a confiarem única e exclusivamente em Cristo para a salvação. Isto porque, talvez a primeira tentação humana no nível religioso seja justamente a de tentar criar algum sistema de automerecimento para alcançar sua própria salvação, seus próprios méritos diante de Deus. Entretanto, há um outro risco. O risco de se chegar á falsa conclusão de que, já que a salvação é pela graça, e que as obras não salvam, e já que somos libertos em Cristo, podemos viver de acordo do modo como quisermos, sem observância de nenhum ditame moral ou ético para a nossa existência. Os dois erros são tremendamente terríveis, e destroem o evangelho. O primeiro porque afasta a graça de Deus dizendo que Cristo é insuficiente, criando-se um sis...

O que contamina o homem - A essência da espiritualidade

O que contamina o homem - A essência da Espiritualidade (Mc 7.1-22) Por Bispo José Ildo Swartele de Mello Por conta da gripe suína, está se falando muito sobre a importância de lavar as mãos. No passado, Jesus travou um debate com os fariseus sobre algo que tinha a ver com lavar as mãos. Mas Jesus não estava legislando sobre higiene e saúde. Para uma melhor compreensão do assunto é fundamental uma análise do contexto. Os líderes religiosos legalistas da época do Novo Testamento criticaram os discípulos de Jesus por não terem lavado as mãos antes de uma refeição. Bem, se a queixa dissesse respeito à higiene e à saúde até que faria sentido, mas não era este o caso. O problema é que os discípulos de Jesus estavam infringindo uma das muitas regras espirituais criadas e sustentadas por aquele grupo religioso. Segundo eles, a contaminação era de ordem espiritual e não física. Alguém que quebrasse a regra não estaria sujeito a uma doença física, mas sim a uma enfermidade espiritual. A santida...