sexta-feira, 29 de julho de 2011

As evidências contra a Teologia da prosperidade...





Muller ganhou muita coisa no futebol. Bicampeão mundial pelo São Paulo, em 92 e 93, e campeão pela seleção brasileira em 94, o ex-jogador perdeu tudo e agora vive um dramático momento financeiro. Morando na casa de Pavão, colega de seus tempos de São Paulo, o ex-atacante admite que gastou tudo o que ganhou com mulheres e luxos desnecessários.




“Gastei com mulheres, com carros e etc. gastei com vaidades pessoais. Gastei dinheiro com amigos, entre aspas. Amigos de ocasião. Por eu ser uma pessoa generosa, muita gente se aproveitou mesmo de mim”, disse em entrevista ao jornal Marca Brasil.



O ex-atleta disse que perdeu milhões e hoje em dia não tem sequer um carro (admitiu já ter tido mais de 20) ou um plano de saúde. Também não possui nenhum imóvel ou bem material. Muller afirmou não ser capaz de calcular exatamente quanto dinheiro ganhou com o futebol, mas sabe que foi muito. “Foi muito. Nem sei calcular quanto perdi. Não sei se deveria dizer, mas perdi milhões. Perdi tudo que consegui no futebol. Joguei fora o que construí ao longo de 20 anos”, contou.



Muller acredita que a simples falta de orientação não pode ser desculpa para sua situação atual. Nem mesmo os “puxões de orelha” de Telê Santana deram resultado. “Ele era um paizão. Mas eu tomei as decisões erradas. Fiz as piores escolhas. Foi isso”, afirmou.



O período de dificuldade que Muller enfrenta começou em 2009, quando ele deixou o cargo de comentarista na Sportv. Agora, o ex-jogador disse que fechou com uma grande rádio para comentar o Brasileiro e que está feliz por poder recomeçar do zero. “Estou cheio de saúde e pronto para recomeçar. Tenho vigor para recomeçar do nada”, concluiu



REFLEXÃO

O fato acima narrado só vem a corroborar pesquisa empreendida pela FGV - 2007 a respeito da situação econômica das pessoas em conexão com suas crenças religiosas.

Pesquisa segundo a qual os adpetos da T P encontram-se maciçamente situados na câmada mais míseravel da população brasileira.

Nem orações, nem dízimos, nem campanhas, bastaram para por tais pessoas no tôpo da pirâmide financeira convertendo-as em burgueses.

Apesar de acreditarem que suas preces são capazes para tornar-las prosperas, ricas e felizes, o tôpo da pirâmide econômica brasileira continua ocupado pelos papistas, espiritas e ateus...

Tais os fatos contra os quais não há argumento possivel ou plausivel.

A TP faz propaganda enganosa.

Não produz qualquer efeito exceto o enriquecimento de seus expoentes e promotores que recebem os dízimos pagos pela clientela.

Resta-nos questionar porque a TP não produz os frutos com que acena a imaginação das massas sofridas e ignorantes.

A resposta temos no Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo no qual a fé operante é apresentada como algo que nos religa ao Criador e não como algo destinado a enriquecer-nos materialmente.

Mesmo porque a boa nova do Evangelho é oferecida antes de tudo aos pobres para que se tornem bemaventurados e herdeiros do Reino celestial. Tal o destino daqueles que são espiritualmente pobre e desapegados dos bens caducos e terrestres.

Comporta pois a TP uma inversão do esquema Cristão e uma materialização de nossas esperanças, postas na comunhão com Cristo, no aperfeiçoamento do espírito, na caridade fratrernal, no serviço, na solidariedade, na resistência ao mundo do dinheiro e na Santa ressurreição da carne para a vida perpétua.

Opera certamente o Cristianismo no mundo e na matéria, mas indiretamente ou seja por meio da ação e não magicamente ou seja por meio da quebra das leis naturais e na multiplicação desnecessária de prodigios e sinais miraculosos.

A pregação do Evangelho e anúncio da boa nova tem por fim libertar integralmente o homem de todas as prisões rompendo os grilhões do egoismo e as cadeias da injustiça. A pregação da T P tem por resultado fortalecer ainda mais a escravidão do homem pelo homem, perpetuando situações de miséria, ignorância e indignidade.