terça-feira, 23 de julho de 2013

Apelo ao Papa para impedir Dilma que sancione lei do aborto aprovada no Congresso

Queridos.

Graça e paz.

Foi aprovada no Congresso uma lei que permite o aborto nos casos de estupro, e que determina que cada hospital público e privado neste país garanta tal atendimento às mulheres que forem vítimas de violência sexual.

Segundo os movimentos pró vida, tal projeto de lei abre uma brecha para a realização de abortos sejam feitos indiscriminadamente.

Isso porque, fazer ou não o aborto dependeria somente da declaração da suposta vítima. Esses órgãos, defensores da vida do feto, dizem que qualquer mulher que não queira agora ter um filho, poderia alegar ter sido vítima de violência sexual.

Sei que o tema é complicado, e que há muitas controvérsias acerca deste assunto. Mas creio que vale a pena conhecer um pouco mais sobre este tema, por isso, faço esta postagem.

O texto abaixo faz referência a uma carta, feita por uma organização pró vida, para que o Papa faça um apelo à Presidenta Dilma, para que não leve adiante este projeto de lei (recebi este texto por email):


Prezados  Amigos

O aborto foi aprovado no Congresso Nacional e para ser promulgada a lei falta apenas ser sancionada pela Presidente Dilma Roussef.

Brasileiros, estamos numa das piores encruzilhadas da história do Brasil, no tocante ao direito à vida. Os deputados pró vida cochilaram, os senadores cochilaram e foi aprovada uma lei que atenta contra a vida do bebê no ventre materno.

O plano foi diabolicamente bem arquitetado: Por pressão e influência do Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o presidente da Câmara, Henrique Alves, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher (8 de março), reapresentou um projeto de lei, engavetado naquela Casa desde 1999, o PLC 60/1999, que trata do atendimento prioritário nos hospitais à mulher vítima de violência sexual.

Aparentemente, nada de mais legítimo, pois se se trata de socorrer as mulheres vítimas de violência sexual… no entanto, havia uma armadilha oculta no projeto de lei, motivo pelo qual em 1999 este projeto foi rejeitado pela maioria e engavetado.

Por uma manobra regimental o projeto foi reapresentado, votado em regime de urgência nas Comissões e no Plenário, sem prévio exame, PLC 60/1999 foi aprovado por unanimidade.

Sem perda de tempo, repetiram a mesma estratégia no Senado e depois de passado pelas comissões foi também unanimemente aprovado no plenário desta outra Casa e foi encaminhado para a sanção presidencial. Tudo, agora, depende da Presidente Dilma.

A situação não poderia ser mais dramática. Cumprirá ela a promessa feita antes do segundo turno da eleição que a levou à Presidência da República, quando, sentindo que a questão do aborto poderia derrotá-la, prometeu a todos os brasileiros que, se fosse eleita, não aprovaria o aborto?

Muitos pró vidas, angustiados e aflitos com a situação começaram a se mobilizar no sentido de pressionar a Presidência da República para que esta não sancionasse essa nefanda lei. Ao mesmo tempo, outros começaram a cobrar do clero, mormente da CNBB, para que esta se pronunciasse urgentemente junto à Presidente Dilma para que ela não aprovasse a lei.

Diante da lentidão, talvez justificada por algum receio de desgostar aos detentores do poder, até o presente momento, nada soubemos que houvesse sido feito neste sentido.

Resta-nos apenas um último recurso e é para isso que preciso de seu apoio e mobilização.

Estatísticas do IBGE de 2010, indicam que 86,8 % dos brasileiros são cristãos assim divididos: 64,6 % (123,3 milhões) são católicos, 22,2% (42,3 milhões) são evangélicos. Outras pesquisas indicam que 82 % dos brasileiros são contrários ao aborto.

Com uma população assim majoritariamente contrária ao infanticídio, os deputados e senadores certamente não votariam em uma lei que abertamente aprovasse o aborto. Este só poderia ser aprovado por uma inadvertência ou um cochilo. E isto, infelizmentge aconteceu.

Ora, na semana de 23 a 28 o Brasil estará recebendo a visita do Papa Francisco para a realização do Jornada Mundial da Juventude. Ele representa a maioria da população brasileira. Ocorreu-nos, então, fazer uma derradeira súplica, agora, ao Papa.


Para portador desta nossa súplica escolhemos a pessoa mais indicada para tanto, que é o anfitrião de Sua Santidade aqui no Brasil, o Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta.

Vamos enviar mensagens a ele rogando-lhe que interceda por nós, uma vez que é certo que o Papa Francisco estará com a Presidente Dilma e este será o melhor momento para Sua Santidade fazer o pedido para que a Presidente cumpra sua promessa e vete a lei aprovada pelo Congresso.

Prezado amigo, vamos participar desta campanha de envio de mensagens a D. Orani. Isto está ao seu alcance fazer. Basta entrar no link abaixo e enviar sua mensagem.

Lembre-se que cada um responderá pelo que fez, ou deixou de fazer. Não espere apenas pelos outro, faça a sua parte.


Atenciosamente

Brasilpelavida.org