segunda-feira, 13 de outubro de 2014

A eternidade da Palavra e a brevidade da vida

"... seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a palavra do nosso Deus permanece eternamente" (Isaías 40.8).


Cada um de nós certamente já meditou na inexorável e imutável realidade de que a vida é bastante breve.

Nesta passagem, a vida humana é comparada com esta erva, que seca, e cai a sua flor.

O ser humano busca eternidade em tudo o quanto faz. De algum modo, ele procura permanecer, deixando um legado para a posteridade. De modo geral, isso é feito pela sua própria descendência, que é vista como sinal de benção da parte do Senhor.

Hoje, como a procriação não é muito incentivada, muitos procuram se eternizar escrevendo livros, realizando grandes obras e feitos heroicos, reescrevendo suas biografias ou coisas do tipo. Entretanto, tudo isso é vão, e quase podemos ouvir o pregador dizendo "vaidade, tudo é vaidade".

Só há uma coisa dada entre os homens que permanecerá para sempre, e este algo é a "Palavra do Senhor.'

O profeta deixou bem claro que "a Palavra do nosso Deus permanece para sempre".

E Jesus, muitos anos depois de Isaías, confirmou: "Passarão os céus e a terra, mas a minha palavra permanecerá para sempre" (Mateus 24.35) que é somente mais uma prova de sua divindade.

Portanto, todos aqueles que quiserem permanecer para sempre, deverão guardar a Palavra de Deus, que também é Palavra de Jesus, no mais profundo de seu coração. Não importa o que façamos ou deixamos de fazer, desde que seja de acordo com a Palavra, e que ela esteja sempre conosco.

Ame a Palavra do Senhor, estude-a, observe-a, ensine-a, pois fazendo isso, salvará tanto a si mesmo como os que te ouvem (1 Timóteo 4.16). A. W. Tozer dizia que consideraria como inimigo mortal tudo aquilo que o afastava da Palavra do Senhor. Creio que esta deve ser a nossa postura, pois, ter comunhão com a Palavra de Deus é o meio pelo qual podemos ter maior conhecimento e comunhão com o Deus da Palavra.

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