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Mostrando postagens com o rótulo devocional

Dia de Cristo Rei.

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Tronos, Soberanias, Principados, Autoridades, tudo foi criado por Ele e para Ele... (Colossenses) P ara os que seguem o calendário litúrgico, o último domingo de novembro é dia de Cristo Rei, último dia do calendário litúrgico do ano; encerramento hoje o ano eclesiástico. Muitos não parecem ver muita importância no calendário litúrgico, ou em segui-lo, sob o argumento que é coisa de um tempo ultrapassado, coisa da Igreja Romana, enfim... Muitos sequer sabem que existe um calendário litúrgico, e o pouco que conhecem, se dá por via feriados nacionais. Curiosamente, estive conversando hoje com uma adolescente que ficou bastante chateada quando foi a um país em que o Natal não era sequer mencionado, ficando a cargo de uma ou outra família somente no âmbito privado... Talvez seja este o destino que aguarda todos os cristãos diante de um estado radicalmente laico, que talvez só não esteja assim ainda no Brasil e em outros países tendo em vista desejos mercantilista...vai saber...

Destruindo a família com as próprias mãos

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Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos (Provérbios 14.1). Sim, é verdade. Uma mulher tola coloca tudo a perder dentro de sua casa. A tolice é vista como uma espécie de estultícia, falta de bom senso, enfim. Mas em minha experiência enquanto pastor, o que mais vejo mesmo é homens destruindo, literalmente, a sua casa com suas próprias mãos. Conheci uma família linda, em que havia uma esposa trabalhadora, dedicada, com lindos filhos. Mas o marido era agressivo, injusto, bebedor e violento. Ao final das contas, sua mulher saiu de casa com seus filhos para um lugar incerto e não sabido, depois de muito sofrimento. Eis aí um caso de um homem que destruiu o lar com suas próprias mãos. São inúmeros os casos de agressões familiares, de modo geral provocada pelos maridos. O fato é que existe uma capacidade destruidora dentro de todos nós, independentemente do gênero, mas os homens são muito mais violentos, por óbvio. Países vivem em guerr...

A mais bela herança

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O homem de bem deixa uma herança aos filhos de seus filhos, mas a riqueza do pecador é depositada para o justo (Provérbios 13.22). A principal herança que podemos deixar a alguém não é necessariamente material, embora esta também seja importante. A mais importante herança que deixamos é a moral, a ética, ou espiritual, que engloba todas as demais. Que tipo de herança temos deixado aos nossos descendentes? Quando digo descendentes, não estou pensando somente em laços de sangue, mas alunos, amigos, discípulos, irmãos. São as esperanças e inspirações da nossa vida que vão conduzir e inspirar a vida de outras pessoas. Vejamos o exemplo de Jesus. Não deixou nenhuma herança material para ninguém. Entretanto, como não enxergar se cumprir cabalmente este versículo na vida do mestre de Nazaré, que inspirou e continua inspirando milhões de pessoas. Seria realmente o maior legado que alguém poderia deixar.  Além do que, pelo seu ato redentivo, nos constituiu herança de Deus. ...

O Deus que cura da angústia

E invoca-me no dia da angústia, eu te livrarei, e tu me glorificarás (Sl 50.15) No dia da minha angústia clamo a ti, porquanto me respondes (Sl 87.7) H á uma angústia no coração humano, que o leva ao desespero e ao apego às coisas que podem destruir a sua vida. Este apego pode ser às drogas, ao álcool, à uma vida sexual desregrada, ao excesso de trabalho, à alimentação sem equilíbrio, ou mesmo à perca de sentido na vida, levando a uma deterioração das condições de saúde da pessoa, em todas as suas dimensões. A boa notícia é que o Deus descrito nas Escrituras é um Deus que responde ao clamor do coração humano e o pode livrar da angústia e de toda a dor todo aquele que O invoca. Ore, clame com todo o seu coração, com todo o seu ser, abandone o pecado com todo o esforço possível, e faça tudo o que estiver ao seu alcance para alcançar a vida e a alegria que está n'Ele!

A divindade de Cristo

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Lectio “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus” (João 1.1-2). Meditatio Cristo é o Verbo de Deus. Ele era no princípio. E o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Os cristãos compreendem que Jesus é Deus, estava com Deus, e sempre será Deus. O evangelho de João é o evangelho da divindade de Cristo, e da encarnação do Verbo. Jesus é verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem. Quem não aceita a plena divindade e humanidade de Jesus coloca-se de fora de um das doutrinas cristãs mais importantes da história do cristianismo. Isso porque, se Jesus não for Deus, estamos errados em adorá-lo. E a igreja O adora desde sempre. Se  Ele for menos que Deus, não podemos mais chamá-lo de Salvador, pois somente Deus é Salvador. Se Jesus não for Deus, não podemos chamá-lo de Senhor, pois somente Deus é Senhor. Entretanto, a Igreja O chama de Senhor e Salvador desde o início. Se Jesus for apenas homem, criat...

O perfil dos fariseus: tudo com o fim de serem vistos

E fazem todas as obras a fim de serem vistos pelos homens; pois trazem largos filactérios, e alargam as franjas das suas vestes (Mateus 23:5) A auto-promoção é a energia que mantem a atividade religiosa dos fariseus. Aqui, Jesus descreve o modo como eles se vestiam para "aparecer" diante dos homens. Entretanto, temos que ter cuidado com a ingenuidade de alguns, que por conta de tal passagem, se tornam contrários a todo o qualquer uso de vestes litúrgicas. Há grupos que exaltaram algum tipo de vestimenta humilde, para tentar fugir da condenação que nosso Senhor impôs. Entretanto, os tais acabam sentindo orgulho de portarem suas humildes vestes... Por isso, Jesus combate muito mais uma intenção no coração dos homens, qual seja, a de terem determinado capital social por conta de sua posição privilegiada. Isto sim, é combatido pelo mestre. E hoje, vivemos em um mundo que incentiva tanto a autopropaganda, que quase nada fazemos sem cornetar nossas...

O perfil dos fariseus: fardo insuportável

Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los; (Mateus 23:4) Meditatio F ariseus colocam obrigações muito pesadas sobre o ombro dos seus seguidores, mas eles mesmos não os ajudam, até mesmo por não praticarem o que ensinam. Isso mantém seus ouvintes como que por escravos seus. Isso é terrível. Não há talvez nada tão doloro quanto a exploração religiosa. O líder religioso deve levar libertação aos seus seguidores. Deve pensar no bem estar e na felicidade, no sentido bíblico, aos seus ouvintes. Há muitos líderes que fazem dos homens negócio e se enriquece às custas deles. Há um sem número de literatura hoje abordando o tema de "abuso espiritual" e gente que sofre por ter sido ferido em algum agrupamento evangélico, como por exemplo, a obra Feridos em nome de Deus  ou ainda a obra Abuso Espiritual . Se não quisermos cair na condenação que nosso mestre ensinou, devemos, como...

O perfil dos fariseus: ouvindo-os com critério

Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem (Mateus 23:3) Meditatio I nfelizmente, chegamos em um momento da história do cristianismo em que preciso é viver e ouvir com critério, mesmo quando pensamos estar entre irmãos. Isto porque, nem tudo o quanto se ouve do púlpito corresponde ao que vive o pregador. Tempos difíceis em que muitos dos chamados homens e mulheres de Deus não praticam o que vivem, fazendo do evangelho fonte de lucro e promoção pessoal. Entretanto, isso não significa que não precisam ser ouvidos. O moderno fariseu conhece as Escrituras, as estudou, e não raras vezes, traz uma boa palavra, pois de fato, se preparou para tanto. Mas o faz de forma profissional, não mais com o coração. Sua vida devocional foi por água abaixo, mas ainda assim traz na mente lembranças de antigas mensagens, e o faz de forma contentatória. Poderá ...

Teu é o Reino

  E não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino , e o poder, e a glória, para sempre. Amém (Mateus 6.13).   A oração do Pai nosso nos ensina a pedir para que o Reino de Deus venha até nós. Nesta oração, reconhecemos e declaramos que não estamos mais construindo um reino para nós mesmos, mas sim desejando o reino de Deus. Então, em minha vida, passo a desejar ser também um agente do reino do Pai. Isso porque, onde se instaura o desejo do reino próprio, há toda sorte de conflitos, discussões, injustiças e agressões. A coisa nunca vai bem no "reino dos homens", ainda que o ergam em nome de Deus. Entretanto, o reino de Deus é o Reino do amor, da paz, da justiça, da esperança. No reino de Deus, somos todos servos. O meu irmão é mais importante, e eu sou por ele considerado mais importante também. Esforço-me, então, para que o reino se expresse através de minha vida. Chamo o reino de Deus para que ele governe a min...

Livra-nos do mal

E não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal ; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém. (Mateus 6.13) O mal que se diz na oração do Pai nosso não é um mal circunstancial, psicologico ou um adjetivo, mas diz respeito à personificação do mal; tanto é que algumas traduções trazem "livra-nos do Maligno". As Escrituras e os autores bíblicos reconhecem a existência de tal ser, a despeito do que possamos acreditar ou não acerca de tal assunto; ainda que possa estar fora de moda. Um ser maligno cujas intenções para com as criaturas de Deus são as piores possíveis. E a qual mal este ser está interessado à levar as pessoas a cometer? Há muitíssimo que se pode dizer sobre tal assunto, portanto, em um momento devocional como este fica difícil o aprofundamento. Daí, vamos por etapas. O pior de todos os males que tal ser quer realizar na vida dos seres humanos é impedir que se achegem ao evangelho: Mas, se ainda o nosso e...

E não nos deixe cair em tentação

E não nos deixes cair em tentação ; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém (Mateus 6.13). A tentação não pode ser evitada. Mas o cair em tentação, sim. Vale a pena ler uma passagem de S. Tiago acerca deste assunto: Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta. Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte (Tg 1.13-15). Não temos desculpa por "cair em tentação". Há três coisas no mundo que cooperam para que sejamos tentados. A concupiscência da carne, dos olhos e a soberba da vida (I João 2.16). De muitas destas tentações, você não poderá fugir. Elas irão até você. Daí, terás que resistí-las. Outras, você pode cortar pela raiz, não se colocando em situações das quais você sabe que não terá forças para...

Assim como nós perdoamos os anos nossos devedores

E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores (Mateus 6.1); Há duas formas de se interpretar esta parte da oração do Pai nosso. A primeira, clássica, é que Deus não nos perdoa se nós não perdoarmos quem nos machucou. A situação é mais ou menos a seguinte: Alguém te fez algo muito ruim. Te traiu, te roubou, fez as piores coisas possíveis. E você fica muito triste, muito magoado, muito machucado, indescritivelmente partido. Ai, obviamente, você terá uma imensa dificuldade em perdoar. Entretanto, alguns bem intencionados, além de toda a indescritível dor que você está sentindo, irão te dizer: perdoa, senão Deus não te perdoa... E aí, somando-se a todo o peso da dor que você já carrega, acrescenta-se ainda a imposição divina para que você exerça também o seu perdão... E o problema desta interpretação, parece-me, é que faz parecer que a salvação é por obras, e não por graça, não por fé... (Efésios 2.8-9) Outra forma qu...

Perdoa-nos as nossas dívidas

E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores (Mateus 6.12);  D ívidas dizem respeito aos pecados, ou às ofensas que cometemos contra o Pai e contra o nosso próximo. No início da oração, dissemos ao Pai: "santificado seja o teu nome"; ou seja, seja reconhecido como santo. Segundo as Escrituras, o ser humano passa a ter um melhor conhecimento de quem é quando passa a reconhecer a santidade do seu Criador. A filosofia diz: "conhece-te a ti mesmo..." Mas a Bíblia ensina: "conhece a Deus e conhecerá a ti mesmo..." Assim foram com diversos homens: Moisés, Isaías, Pedro, Paulo, etc... A lista seria interminável. E todos estes, quando reconheceram a santidade do seu criador, tremeram diante de sua própria realidade pessoal, pois se reconheceram como pecadores: "Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos vir...

O pão de hoje

O pão nosso de cada dia nos dá hoje (Mateus 6.11); Acho que foi Santo Agostinho que disse que o "ontem" não existe. Já foi, já existiu. Nem mesmo o "amanhã" existe, visto que ainda existirá, e sequer sabemos se iremos "estar lá" para vivê-lo. Às vezes medito que o tempo não passa. Somos nós que passamos. Talvez só exista o eterno hoje. E chamamos de tempo esta sucessão de eventos que vislumbramos das coisas que passam diante de nossos olhos. Ou seja, será o tempo somente uma noção humana? Talvez por isso o escritor da epístola aos hebreus tenha dito: "Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado" (Hb 3.13). Muitas pessoas vivem infelizes por conta de coisas que pertenceram ao ontém. Outras, vivem ansiosas por coisas que talvez aconteçam (ou talvez não) somente amanhã. A dificuldade de sermos felizes é porque não conseguimos ficar...

O pão nosso de cada dia

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O pão nosso de cada dia nos dá hoje (Mateus 6.11); Jesus não nos ensina a orar por muitos pães para muitos dias, mas pelo pão de cada dia. Isso parece ser a medida exata do necessário para as necessidades cotidianas. Há uma história sobre o pão de cada dia contida nas Escrituras, há muito tempo antes de Jesus. Foi quando Deus determinou que o povo de Israel, ao sair do Egito, e estando no deserto, se contentasse com o "maná de cada dia". Entretanto, alguns não obedeceram: Esta é a palavra que o SENHOR tem mandado: Colhei dele cada um conforme ao que pode comer, um omer por cabeça, segundo o número das vossas almas; cada um tomará para os que se acharem na sua tenda. E os filhos de Israel fizeram assim; e colheram, uns mais e outros menos. Porém, medindo-o com o ômer, não sobejava ao que colhera muito, nem faltava ao que colhera pouco; cada um colheu tanto quanto podia comer. E disse-lhes Moisés: Ninguém deixe dele para amanhã. Eles, ...

O pão que é nosso

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O pão nosso de cada dia nos dá hoje (Mateus 6.11); Já meditamos um pouco sobre a dimensão comunitária do Reino quando pensamos acerca do Pai que é "nosso". Agora, a oração do Pai nosso continua com esta mesma tendência, ao recitar o pão que é "nosso". Jesus me ensina a não pensar somente no pão que é "meu". Somos capazes de passar dias, meses, anos, e ainda assim não darmos nem um pedaço de pão ao necessitado. É possível que muitas vezes, o Pai queira dar o pão que é do outro através de tua vida. "Ao SENHOR empresta o que se compadece do pobre, ele lhe pagará o seu benefício" (Prov 19.17). Nas Escrituras, a assistência ao necessitado é tão recorrente que a sua recusa é uma das causas da oração de alguém não ser ouvida: "O que tapa o seu ouvido ao clamor do pobre, ele mesmo também clamará e não será ouvido" (Provérbios 21.13). No relato entre rico e Lázaro, o primeiro foi mandado para um lugar de tor...

O pão

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O pão nosso de cada dia nos dá hoje (Mateus 6.11); Pão é um alimento básico existente em praticamente todas as culturas, e na judaica, não poderia ser diferente. Algo que, espera-se, seja sempre acessível a todos, pobres ou ricos, de qualquer camada social. Alguns padres antigos interpretaram pão simbólicamente, como se fosse o pão eucarístico, ou um alimento espiritual, e não o pão cotidiano, feito de água, trigo, farinha, sal... Por conta da mentalidade grega, que parecia valorizar mais o metafísico em prejuízo do físico, achavam um pouco indigno que se tratasse do pãozinho normal. Mas para os judeus, pão era pão mesmo, e não tinha nada de errado com isso... (assim como também não é errado que se deseje o alimento espiritual..) E de fato, nada há de errado em desejar a ajuda do Pai em relação ao pão cotidiano... Para o Antigo Testamento, tudo o que Deus criou é bom. Depois de ter criado água, vegetais, animais, to...

O Pai nosso que está nos céus

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Portanto, vós orareis assim: Pai nosso , que estás nos céus , santificado seja o teu nome (Mateus 6.9);    "Que estás nos céus". Isso não é o reconhecimento de um lugar físico, como se fosse "no alto". É o reconhecimento da transcendência de Deus. Para a teologia cristã, Deus não  pode ser plenamente conhecido pelas coisas criadas. Dou um exemplo, extraído do livro "Cristianismo Puro e Simples", de C. S. Lewis. Digamos que você construa uma casa. Ao olhar para esta casa, poderei conhecer muitas características suas. Posso conhecer se você teve bom gosto na disposição dos cômodos, na pintura, tamanho da cozinha, do banheiro, etc. Mas só conhecerei de forma mais profunda o construtor da casa se for a ele apresentado pessoalmente. Assim também acontece com Deus. Posso conhecer algumas de suas características ao vislumbrar a natureza, o quanto Ele é bom, perfeito e belo. Algo em nós reconh...

Tesouros nos céus

Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam (Mateus 6.20). O evangelho nunca tem um comando negativo que não seja seguido de um positivo. Depois de proibir seus discípulos de acumularem tesouros na terra, Jesus os exorta a acumular tesouros no céu. E como se acumulam tesouros nos céus?

Oração do Pai nosso: livra-nos do mal

E não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal ; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém (Mateus 6.13). O mal que se diz na oração do Pai nosso não é um mal circunstancial, psicologico ou um adjetivo, mas diz respeito à personificação do mal. As Escrituras reconhecem a existência de tal ser, despeito do que possamos acreditar ou não acerca de tal assunto. Um ser maligno cujas intenções para com as criaturas de Deus são as piores possíveis. E a qual mal este ser está interessado à levar as pessoas a cometer? Há muitíssimo que se pode dizer sobre tal assunto, portanto, em um momento devocional como este fica difícil o aprofundamento. Daí, vamos por etapas. O primeiro e pior de todos os males que tal ser quer realizar na vida dos seres humanos é impedir que se achegem ao evangelho: Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto. Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não respl...